quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
30 de dezembro a 3 de janeiro - Alemanha
Saímos de Vianden no dia 30 de manhã, passeamos por Ettelbruck, onde pegamos o trem para Luxemburgo. Passeamos mais pela capital, aproveitando que o dia estava bem mais bonito que no dia 29. Daí, partimos para Würzburg, onde ficaríamos na casa de uma amiga da minha amiga. O dia 31 dedicamos a conhecer Rothenburg, cidadezinha mediaval muralhada, com aquelas casinhas alemàs típicas. Dia 1, tour por Würzburg, que tem um mini-versalhes, patromônio da Unesco, um castelo fortificado, 12 igrejas, muitas góticas e é cortada por um rio. Dia 2, pegamos um trem, paramos em Frankfurt, andamos por lá e tomamos outro trem para Colônia (Köln). Passeamos por Köln no dia 4 onde, à noite, pegamos o vôo de volta a Paris. Ufa!!! No total, foram 8 cidades em 8 dias!!!!
27 a 30 de dezembro - Luxemburgo
Vocês conhecem alguém que já foi a Luxemburgo? Lembram-se de que existe um país, muuuuuito pequeno, com esse nome? E de alguém que o escolheu como destino de uma viagem e não como passagem? Pois fomos para lá no dia 27, de carro. Destino: Vianden. Cidadezinha linda, com um super castelo no alto da colina, o Château Palais de Vianden, do século 14, que estava em ruínas e foi reconstruído em 1977 (foto).
Antes, paramos em Esch sur Alzette, caminhamos um pouco, bonitinha a cidade, mas nada de mais. Em Vianden, um hotel excelente e muito frio nos esperavam. A cidade ficou quase todos os dias e noites coberta de névoa (o famoso fog).
No dia 29, fomos a capital, Luxemburgo, liiiindaaaa!!!! Apesar da chuva, andamos bastante por lá e vimos partes bem bonitas da cidade antiga.
Feliz Natal!
Como nos outros dias, andamos pra cima e pra baixo no dia 25. À noite, uma ceia em família com minha amiga Grazi e depois, festa de natal na Maison du Brésil, na Cidade Universitária. Dancei tanto que pensei que não conseguiria ficar de pé no dia seguinte. Fui dormir as 8 da manhã!!!!! Foi ótimo, mas não teve cara de natal, rs! E foi o primeiro natal da minha vida longe da família... Faz parte... (estou esperando me mandarem as fotos pra ver se há alguma publicável, rs)
De 23 a 27 de dezembro - Paris
Cheguei a Paris no dia 23 no final do dia. Sete anos depois da minha primeira visita a essa cidade maravilhosa. Mas me senti como se fosse tudo novo de novo! E, desta vez, fui à Torre Eiffel durante o dia (da outra vez, chegamos lá ao anoitecer, rs). Foram dias perambulando pela cidade, andando pra cima e pra baixo nesse verdadeiro museu a céu aberto. Amo Paris, ô cidade linda Deus do céu!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Atualização adiada
Ai, gente, estou morrendo de preguiça de atualizar o blog hoje... Cheguei de viagem e ainda estou organizando a vida. Enquanto isso, fiquem aí com as belezuras escritas por Mário Quintana:
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
"Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho."
INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA
A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
"Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho."
INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA
A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...
sábado, 5 de janeiro de 2008
O que aconteceu
Queridos leitores, desculpem o sumico, mas estou em Paris e acabei de conhecer 8 cidades em 8 dias... A partir de terca-feira, comeco a atualizar o blog, a partir da vinda para Paris, incluindo natal, ano novo e viagens. Aguardem! (desculpem o texto sem acentucao, mas estou digitando em um Mac... ai ai)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Bom demais!
A noite de ontem foi boa demais! Lavei a alma! Como? Samba, é claro! Depois do jantar com os amigos, fomos a um bar que tinha karaokê (mas aqui pronuncia-se káraoke, com a primeira sílaba tônica, rs). Mas, antes que começasse a cantoria em nossos ouvidos - que não são penico - ficamos sabendo que, no bar ao lado, tinha brasileiro tocando e que haveria samba. Nem precisa falar duas vezes, fomos pra lá e dançamos até. Na seqüência, o pessoal - muito simpático, animado e divertido por sinal - foi terminar a noite em outro bar onde dancei, adivinhem? Forró!!! Bão demais da conta!!!!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Sabedoria popular
Os ditados populares são sábios. O pior cego é aquele que não quer ver. Estive cega. Não é a primeira vez. Creio que não será a última. Não me arrependo. Muitas vezes, o não ver é uma concessão ao bem sentir. Para que ver algo que vai estragar um momento ou que vai impedir a chance de viver um bom presente? O futuro? É bom pensar nele. Às vezes. Outras, que se dane!
Tudo era bom, real, prazeroso, interessante, até especial. Mas não tinha paixão. Sempre soube disso. Ou melhor, sempre senti. Acho que soube mesmo só agora. A gente sente a faísca da paixão no olhar, no toque, no beijo. Todo mundo sabe do que estou falando. E, por melhor que seja, é diferente quando tem ou não esse ingrediente.
Um dia, falei no blog que achava a paixão efêmera demais e diferente de um gostar mais sólido. Mentira. No dia que escrevi era verdade para mim. Agora, o viés é outro. E o mundo, vasto. E estou aberta à paixão. Louca, desvairada, arrebatadora. E que pode até virar esse sentimento sólido que conforta e acalenta. Porque, como se diz por essas bandas: "Chapéus, há muitos!".
Tudo era bom, real, prazeroso, interessante, até especial. Mas não tinha paixão. Sempre soube disso. Ou melhor, sempre senti. Acho que soube mesmo só agora. A gente sente a faísca da paixão no olhar, no toque, no beijo. Todo mundo sabe do que estou falando. E, por melhor que seja, é diferente quando tem ou não esse ingrediente.
Um dia, falei no blog que achava a paixão efêmera demais e diferente de um gostar mais sólido. Mentira. No dia que escrevi era verdade para mim. Agora, o viés é outro. E o mundo, vasto. E estou aberta à paixão. Louca, desvairada, arrebatadora. E que pode até virar esse sentimento sólido que conforta e acalenta. Porque, como se diz por essas bandas: "Chapéus, há muitos!".
Mudança de foco
Quando criei este blog tinha como objetivo contar minhas estripulias estudantis por aqui. Mas, com o tempo, este tornou-se um espaço de vazão, onde escrevo o que penso, sinto, vivo, de maneira bem introspectiva. Muitas pessoas me criticariam por isso, visto que o blog é uma espécie de espaço público e assim me exponho demais. Não me importa. Esta sou eu. Ou parte de mim... Ou parte de momentos que vivo, porque tudo pode mudar entre uma postagem e outra. Às vezes, os temas referem-se à minha vivência, outras, são coisas que todo mundo sente, que as mulheres em geral pensam, ou pura fabulação. De qualquer forma, por enquanto, vou seguindo a linha da introspecção, do olhar para dentro, do eu forte na narrativa. Nem sabia que conseguia escrever essas coisas, rs. E descobri que amo fazer isso! E que isso me faz muito bem! Então, vamos lá!
domingo, 16 de dezembro de 2007
No turbilhão da vida
A vida é mesmo engraçada. De repente, vem como um turbilhão e revira tudo à nossa volta. Estou aqui há quase quatro meses e já vivi tanta coisa! E, ao mesmo tempo, tanto está por vir! Em apenas uma semana, experimentei os sentimentos mais controversos, como nunca imaginei. Senti a alegria do encontro, o aperto da saudade, a dor da perda, a raiva da decepção, a anestesia desse excesso de sentir e, agora, tudo isso, que se passou em apenas uma semana, parece que pertence a um passado tão distante! Mas, às vezes, revivo uma dessas emoções com tanta intensidade que, apesar de durarem minutos, são fortes e vivas como da primeira vez que as senti.
E tudo que escrevi no dia 8 parece também tão distante e tolo!
É claro que, em toda história da vida, há um outro. Porque esse complexo mecanismo que é viver sempre exige troca. E estamos sujeitos a tudo nesse caminhar. Coisas boas e ruins. Hoje, não entendo esse outro que faz parte dessa história... Parece que ele sofreu mutação, rs, e não é o mesmo que conheci... Vivendo e aprendendo. Sempre. Eu sou a mesma. Mas também não sou. O sentimento bom que encontrei continua dentro de mim, mas foi contaminado pelo desencanto. Agora, espero o tempo, que cura tudo, transformá-lo. Não sei o que vai virar. Sei que continuo em busca do melhor da vida. Porque eu mereço!
E tudo que escrevi no dia 8 parece também tão distante e tolo!
É claro que, em toda história da vida, há um outro. Porque esse complexo mecanismo que é viver sempre exige troca. E estamos sujeitos a tudo nesse caminhar. Coisas boas e ruins. Hoje, não entendo esse outro que faz parte dessa história... Parece que ele sofreu mutação, rs, e não é o mesmo que conheci... Vivendo e aprendendo. Sempre. Eu sou a mesma. Mas também não sou. O sentimento bom que encontrei continua dentro de mim, mas foi contaminado pelo desencanto. Agora, espero o tempo, que cura tudo, transformá-lo. Não sei o que vai virar. Sei que continuo em busca do melhor da vida. Porque eu mereço!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Deixar falar o coração
Deus! Atende aos apelos que do meu coração partem rumo a Ti. Preciso de Ti, agora mais do que nunca, para fortalecer meu espírito, conseguir a paz, limpar as pedras do meu caminho, ter novas condições de atuação e uma vontade verdadeira de bem viver.
Tua benção é para mim uma força incomparável de mudança, de elevação, de bem-estar. Uma chuva dessas bençãos sobre o meu ser é o que mais me faz bem , o que mais me completa e plenifica. É o que necessito para romper as dificuldades, adquirir novo ânimo, superar barreiras, estar pronto para o que der e vier. Tua mão sobre o meu coração é um bálsamo, um alívio pronto e verdadeiro, um restabelecer da saúda, paz e alegria.
Abençoa-me, pois, é Deus, e verei o mundo que quero ver, terei os bons relacionamentos que desejo e serei melhor ainda do que espero.
Obrigada, Deus, muito obrigada!
(Fala com Deus, Lourival Lopes)
Tua benção é para mim uma força incomparável de mudança, de elevação, de bem-estar. Uma chuva dessas bençãos sobre o meu ser é o que mais me faz bem , o que mais me completa e plenifica. É o que necessito para romper as dificuldades, adquirir novo ânimo, superar barreiras, estar pronto para o que der e vier. Tua mão sobre o meu coração é um bálsamo, um alívio pronto e verdadeiro, um restabelecer da saúda, paz e alegria.
Abençoa-me, pois, é Deus, e verei o mundo que quero ver, terei os bons relacionamentos que desejo e serei melhor ainda do que espero.
Obrigada, Deus, muito obrigada!
(Fala com Deus, Lourival Lopes)
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Passou?
Parece que chegou a hora de deixar o passado no passado. Vai doer. Mas, como tudo, vai passar. Pelo menos é o que pude perceber hoje... É uma pena não é, gato? Acho melhor vc atualizar logo seu perfil... Foi bom demais enquanto durou e nunca vou me esquecer... Apesar da enorme decepção, Deus sabe o que faz, isso é o que me consola...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Música e vida
Tudo a ver a letra dessa música de Vander Lee... Peguei no orkut da mana caçulinha, Marina.
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
domingo, 9 de dezembro de 2007
Definições que não estão no Aurélio
Recebi de um amigo, por e-mail:
AUSÊNCIA: uma falta que fica ali presente.
GELO: aquilo que a gente sente na espinha quando o amor diz que vai embora.
LÁGRIMA: sumo que sai dos olhos quando se espreme o coração.
TRISTEZA: uma mão gigante apertando o coração da gente.
ANGÚSTIA: um nó apertado bem dentro do sossego.
SAUDADE: quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
AUSÊNCIA: uma falta que fica ali presente.
GELO: aquilo que a gente sente na espinha quando o amor diz que vai embora.
LÁGRIMA: sumo que sai dos olhos quando se espreme o coração.
TRISTEZA: uma mão gigante apertando o coração da gente.
ANGÚSTIA: um nó apertado bem dentro do sossego.
SAUDADE: quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
sábado, 8 de dezembro de 2007
E agora José?
Tô feliz. Tô apaixonada*. Tô triste: ele foi embora. Tô feliz: valeu cada segundo. Tô triste: vou ter de me acostumar sem ele. Tô feliz: porque ele foi atrás de novas conquistas. Tô triste: estou fora dessa trajetória. Tô feliz: novos caminhos se abrirão pra mim também. Tô feliz: tudo acontece como tem de ser. Tô feliz: a amizade permanece. Firme. Lúcida. Intensa. Sincera. Agora. E sempre (mas claro que, por mim, permanece muito mais que a amizade e espero que a vida nos presenteie com um reencontro, rs. Por que não?)
* Na verdade, não me sinto apaixonada. Mas a palavra ficava melhor no texto, rs rs. Paixão é forte, mas efêmera. O que sinto não é efêmero. Sei que gosto dele, muito, pela admiração, pelo respeito, pela amizade, pela atração, pelo companheirismo, pela proximidade, pela intimidade, por pequenos detalhes descobertos na convivência, pelo cuidado, pelo carinho, pela gentileza, por tudo que vivemos juntos.
* Na verdade, não me sinto apaixonada. Mas a palavra ficava melhor no texto, rs rs. Paixão é forte, mas efêmera. O que sinto não é efêmero. Sei que gosto dele, muito, pela admiração, pelo respeito, pela amizade, pela atração, pelo companheirismo, pela proximidade, pela intimidade, por pequenos detalhes descobertos na convivência, pelo cuidado, pelo carinho, pela gentileza, por tudo que vivemos juntos.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Mais novidade
Desde sexta à noite comecei uma nova fase: saí do residencial e estou num apartamento. Assim será bem melhor. Até animei a cozinhar só pelo fato tão feliz de ter uma cozinha em casa! Fiz feijão tropeiro com arroz e couve sábado e, hoje, um ensopadinho de batata e cenoura - bom nesse frio...! E por aí vamos, mudanças, adaptações, aprendizado, mais mudanças, mais adaptações, outro bocadinho de aprendizado... E a vida segue seu rumo...
Assinar:
Postagens (Atom)
